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Aug 14, 2016

O Bardo e o Hidromel em: Os 7 Vacilos de JoeFather como Jogador!



O amigo JoeFather demonstra neste excelente vídeo como vencer uma das cavernas mais desafiantes do início, e como usar a mochila em função dos vários tipos de inimigos que Cacildes encontra no seu caminho! Also, frango frito. 75% de HP recuperado. Um item valioso durante a maior parte da aventura. 

Jun 26, 2016

CMM - Beta 0.2 (Verão 2016) - To Do List



TERMINADO NA ÚLTIMA SEMANA:
x Vivenda do Lar do Dragão Preguiçoso, oferecida a Cacildes e ao jogador para habitar juntamente com alguns NPCs;
x Expansão de certas áreas/mapas que constituem os campos entre a fazenda do Cacildes e a Vila das Amoras;
x Escrever algum lore que serve de pano de fundo para a existência da Vila das Amoras;
x Otimizações em vários mapas pesados;
x Sistema de Lockpicking para certos baús, com direito a mini-game;
x Mais receitas para alquimia e cozinha;
x Café, hidromel, outras bebidas adicionadas ao jogo!
x Cabeleireiro: inclui bigode, barba, pêra, barba longa com tranças, até rabo-de-cavalo!
x Ombreiras: o que é que Morrowind e Oblivion têm de melhor? Armaduras por camadas. Usem ombreiras por cima de qualquer roupa/veste/armadura, e combinem visuais e atributos. Keep it strong, fellas! Your game. Your rules.
x Bordel;

POR TERMINAR:
x Terminar algumas áreas na Vila das Amoras, nomeadamente a Taverna dos Alaúdes, a Igreja, a Casa do Ray Déls(c)io, e é tudo?;
x Terminar os aposentos da Guilda dos Mineiros;
x Terminar uma passagem de nível que liga o norte da fazenda do Cacildes ao sul da Vila das Amoras;
x Terminar a Mina das Amoras após a quest de Shärryndra.

PREVISÃO PARA O LANÇAMENTO DA PRÓXIMA VERSÃO:
Alguns dias / 1~2 semanas

TEMPO DE JOGO ESTIMADO:
10 Horas? Talvez mais. Talvez menos. É mundo aberto. Apesar de ainda não haver muito por onde ir, há muito para fazer nos mesmos locais, até porque eventos aleatórios ajudam a enganar o jogador e prendê-lo durante mais tempo.

BETA-TESTERS:
Precisam-se!! Para testar o jogo, oferecer críticas e sugestões sobre o mundo. Contactem-me para: andrefcasimiro@gmail.com se tiverem disponibilidade!



THE WORK CONTINUES!

Continuem ligados. :)

Feb 23, 2016

the fate of lothlórien

THE FATE OF LOTHLÓRIEN

the ring that ruled
before dawn and day,
o'er summer & an old sun
with its shafts of remebrance;

shall it remain in middle-earth
and the Dark Lord will feed upon all that is green;
shall it become fire from the mountain
and fair lairs will tremble with the wind of age.

but what is to be must be;
all we have left is what we always had:
the power of a single day that is given to us -
one road to fulfill, to live, and to love.





Dec 15, 2015



I kiss your raw lips
and say goodbye.
The sun has yet to rise.

Let us walk in peace
with the morning star.
We should make love & die.

We shoud live life every day,
not just for some day.

Love. Love. Love.
Sweet darling, I’m here,
by the fog, by the light.

With you here,
Time lies within Time
and ages slip away into seconds,
and seconds turn into Love,
which will feed on my soul for all time.



---
Photo: Tycho (Scott Hansen)

Dec 8, 2015

Haldüryn, filho de Odyrrÿing, neto de Anurrÿing

A caminho dos portões de Whiterun, o doce amanhecer de Tamriel devolve as cores à idílica cidade de campo. Mais um dia sem programa, sem agenda, sem planos.



Os guardas passam por Haldüryn e admiram a sua armadura nórdica que dança em 'claques' de metal. "Antes intimidante do que morto", tenta justificar o visual pesado e cansado. Mas Haldüryn é antigo. Tão antigo como as muralhas daquele pequeno lugar.

Whiterun, uma vila-cidade tipicamente nórdica, com telhados solarengos que brilham de dia e sopram fumo de lenha quando cai a noite. Um lugar perdido no tempo e esquecido pelos deuses. Mas não pela sua gente, dividida entre nórdicos que adoram Talos e imperiais, que desejam governar aquelas terras estrangeiras.



Mas Haldüryn é um homem simples. A sua política resume-se a duas coisas: livrar Skyrim de homens maus e perversos, e caçar dragões.

Foi com essa vontade que saiu de Whiterun, rumo em direção a um forte habitado por bandidos e renegados e desertores sem causa própria. No que toca a assassinos, Haldüryn não pensa sequer duas vezes. Não há nenhuma razão especial para o fazer. O machado está nas suas mãos. O arco nas suas costas. Magias elementares dançam na mão esquerda. Só há um trabalho, um dever, e ele sabe que ninguém mais pode tomar o seu lugar de justiceiro. Só Haldüryn, velho e louco, sem nada a perder, se pode dar ao luxo de se esgueirar por uma torre vigiada de homens selvagens e limpar o forte de dentro para fora.





Lydia, a sua escudeira inexperiente ficou longe de perigo, num acampamento à espera pelo regresso do velho herói.

HALDÜRYN:
"Não posso confiar em ti ainda."

LYDIA:
"Mas se não me deixares provar o que valho, nunca saberás."

HALDÜRYN:
"Saberei quando chegar a hora certa. Cuida dos cavalos. Não vou demorar."





Para todos os efeitos, Haldüryn não se enganou. Não demorou meio-dia para que retornasse do forte, agora abandonado. Na sua mochila de pele encantada trouxe todo o ouro que Lydia alguma vira. Afinal de contas, o bom herói não é aquele que joga pelas regras, mas sim aquele que dobra as regras sem nunca parecer que adulterou o jogo.




Jun 24, 2012

Canções do Bardo #1


Distantes Verões Verdes

As folhas preparavam
A despedida da 
folhagem
Numa constituição apelativa
De formas coloridas, convidativas.

Um bardo viajava sequiosamente
Procurando uma ternura celestial
Que pudesse amar, sem causa.
Então houve um nascituro,
O romper do Outono político
Transbordando rios para a tristeza
E tingindo os campos verdes e belos
Agora sertanejados e sem cheiro.

Um ano voava e de volta
Os verões perpetuavam magia
E o cheiro era de puerícia
Crianças loucas correndo mil prados
Sorrindo suave e 
incandescentemente
Para uma parede invisível 
Que espera por eles, do outro lado
Parede que convida a um calor temperado
Àquelas duas almas infantis, inocentes
A tirarem a roupa, nuas, despojadas
Descobrindo o incalculável e irracional
Poder da sexualidade.
Na estiagem passageira da infância
Ao culto das sombras da maturidade.

Um homem desejava reinar o estio.
Mas naquele ano não houve se não o Inverno
Por isso ele não podia ser Rei.
Também para ele não havia o fado
E por isso, também nunca fora destinado
Era apenas alguém, à procura de algo
Não ousava tocar na tarde mística inviolada
Desejava apenas um leito de pedras
E um lugar para lufar a última brisa
Do verão que passava, suave e cansado
Dando lugar a mais um Outono seco
Assim como a vida dá lugar à morte
E a morte lugar à vida.